terça-feira, 30 de julho de 2013

O LADO OBSCURO DO VATICANO! Em busca de cargos dentro da igreja, alguns pontífices mandavam matar seus concorrentes, ou matavam com as próprias mãos.

Há séculos a Igreja Católica tem desempenhado uma forte influência, não só no campo religioso, mas também em outros segmentos da sociedade mundial, influências que são, muitas vezes, em benefício da própria igreja.
Os representantes da Igreja Católica se viam como responsáveis pela administração da própria igreja, atuavam determinando reinados, quem seria rico ou pobre etc. Os “Representantes de Deus aqui na Terra” conduziam as riquezas, proibiam o enriquecimento de pessoas pobres alegando que essas se encontravam em tal condição porque Deus queria assim, e que tal realidade lhes garantiria um lugar no céu.
Por volta de 1184, o Vaticano criou um grupo de imposição da religião Católica sobre aqueles que não aderissem ao catolicismo como religião. A força era a maneira pela qual o grupo agia, perseguindo e até matando se fosse necessário.
A Igreja Católica travou uma luta (guerra) contra o avanço do Islamismo, que já havia se expandido da Espanha à Índia. Longe dos princípios religiosos, os padres começaram a desempenhar atitudes ilícitas, como ter amantes, praticar a violência e ser corruptos.
A liderança Católica foi fragmentada somente em 1517, pelo teólogo alemão Martinho Lutero, isso ocorreu com a Reforma Protestante, na qual a prática cristã deveria ter outra “roupagem” ou configuração nos seus princípios. A Reforma alcançou vários países europeus, e a partir daí o papado já não possuía voz ativa diante dos cristãos.
Os setes pecados capitais
Essa expressão foi criada no século VI pelo papa Gregório I, que elaborou uma lista apontando sete pecados. Tais pecados deveriam ser repudiados pelos católicos, no entanto, a Igreja Católica deixou vários vestígios de que não os cumpria.
A seguir alguns dos sete pecados capitais praticados pela Igreja:
Preguiça: Se houve, passou despercebido.
Gula: Alguns papas usufruíam de grandes banquetes; e um padre morreu após ter ingerido dois melões sozinho.
Avareza: Até hoje a Igreja Católica possui uma imensa riqueza, decorrente do passado duvidoso e questionável quanto às suas aquisições. Foram criados documentos falsos para deter terras em nome da mesma.
Inveja: Em busca de cargos dentro da igreja, alguns pontífices mandavam matar seus concorrentes, ou matavam com as próprias mãos.
Ira: Alguns papas já chegaram a espancar cardeais.
Soberba: Há declarações de que o papa seria infalível em suas atitudes e práticas de ética e fé.
Luxúria: No início do cristianismo, os padres podiam casar e ter filhos. Com o passar do tempo, começaram a defender o celibato (não ter relação amorosa), mas o pontífice Alexandre VI teve nove filhos com três mulheres diferentes e não escondia sua atração por sua amante Giulia.
 
Fonte: Revista Aventuras na História,
Edição 15 - Maio - 2007- páginas 30 e 31.

domingo, 28 de julho de 2013

EXPECTATIVA DE VIDA DOS BRASILEIROS!

A esperança de vida dos brasileiros aumentou, isso segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Vários foram os fatores que propiciaram essa ascensão, dentre muitos, o crescimento econômico do país, acesso à água tratada e esgoto, aumento do consumo entre outros.
De acordo com o IBGE, a média de vida de um cidadão brasileiro é de 72,7 anos. Expectativa ou esperança de vida corresponde à quantidade de anos em média que uma determinada população vive. Esse item é um importante indicador social que serve para avaliar a qualidade de vida de uma população de um determinado lugar.

Apesar do aumento nos índices desse indicador social, o país ainda se encontra abaixo da realidade de muitos países desenvolvidos. O percentual médio do Brasil no quesito esperança de vida não reflete totalmente a realidade, muitas particularidades regionais são camufladas. Desse modo, temos diversos percentuais de expectativa de vida que oscilam de acordo com cada estado. A seguir a expectativa de vida da população dos estados brasileiros.

Estados do Centro-Sul do Brasil
Rio Grande do Sul 75 anos, Santa Catarina 75,3 anos, Paraná 74,1 anos, São Paulo 74,2 anos, Rio de Janeiro 73,1 anos, Goiás 71,4 anos, Mato Grosso do Sul 73,8%, Mato Grosso 73,1 anos.

Estados do Norte do Brasil
Rondônia 71,2 anos, Acre 71,4 anos, Amazonas 71,6 anos, Roraima 69,9 anos, Amapá 70,4 anos, Pará 72,0 anos.

Nordeste
Maranhão 67,6 anos, Piauí 68,9 anos, Ceará 70,3 anos, Rio Grande do Norte 70,4 anos, Paraíba 69,0 anos, Pernambuco 68,3 anos, Alagoas 66,8 anos e Sergipe 70,0 anos.

Esses dados refletem a desigualdade existente entre áreas mais desenvolvidas economicamente e industrialmente e as menos desenvolvidas. Por isso, estados do Centro-Sul (desenvolvidos) apresentam números mais elevados que estados das regiões Norte e Nordeste (menos desenvolvidos).
http://www.brasilescola.com/brasil/expectativa-vida-dos-brasileiros.htm