sábado, 25 de junho de 2011

BRASIL: O PAÍS DOS IMPOSTOS!


O Brasil está em 30º lugar no Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade

Em 2009, o total de impostos arrecadados no Brasil correspondeu a 34,41% de seu Produto Interno Bruto (PIB). Neste mesmo ano, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro era de 0,807. O IDH é um índice calculado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) que varia entre zero e um. Quanto mais perto de um, mais desenvolvido é o país.
Um estudo do Instituto Nacional de Planejamento Tributário (IBPT) mostra que o Brasil é um dos países que pior usa o dinheiro que arrecada dos cidadãos por meio dos impostos Embora sua carga tributária esteja entre as maiores do mundo, o retorno que o estado brasileiro oferece à população em serviços e na melhora da qualidade de vida é o menor entre 30 países.

Utilizando estas informações, o IBPT chegou ao cálculo do Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (IRBES). Este indicador é uma das ferramentas do instituto para medir o quanto a população de um país é beneficiada por serviços custeados pelos impostos pagos.

O Brasil está em 30º lugar, atrás de países europeus e dos vizinhos Uruguai (13º) e Argentina (16º). Segundo o estudo, o país que melhor investe o dinheiro arrecadado são os Estados Unidos. Com uma carga tributária equivalente a 24% do PIB em 2009 e um IDH de 0,950, o país obteve o maior índice de retorno de bem estar. Veja na tabela abaixo os melhores e os piores países no gasto do dinheiro arrecadado.
FONTE: http://vejabemvr.blogspot.com/

sexta-feira, 24 de junho de 2011

INFÂNCIA ROUBADA! "Os pais não devem ter medo de ser "careta""".


É papel dos pais separar o que é do mundo adulto e do mundo infantil e não misturar tudo como muitos vêm fazendo


A sexualidade precoce e distorcida afasta a criança daquilo que é próprio da idade, como o aprendizado escolar
Muitas pessoas acham engraçadinho quando crianças falam que têm namorados, trocam beijinhos e declarações de amor. Os casais apresentam bebês como ótimos pretendentes para os filhos dos amigos, pais festejam o menino que será pegador, mães vibram com as meninas que destruirão corações, vídeos de crianças apaixonadas circulam pela internet encantando multidões. O que fica na cabecinha de quem ouve ou protagoniza esse tipo de coisa? Será que essa brincadeira aparentemente inocente não está jogando a infância em um terreno perigoso?

É papel dos pais separar o que é do mundo adulto e do mundo infantil e não misturar tudo como muitos vêm fazendo. Não é à toa que cada vez mais cedo, meninos e meninas com 12 anos de idade ou muito menos “ficam” com os coleguinhas da escola e vizinhos como se fossem adolescentes. E mães de crianças com cinco anos levam um susto quando pegam as filhas beijando uma amiguinha na boca durante uma brincadeira quando as bonecas Barbie namorando já não é suficiente.
A indústria de brinquedos, roupas e cosméticos investe na “adultização” da infância e o mercado publicitário cresce às custas dos anos roubados das crianças. O problema é que os adultos, principalmente os pais, não percebem a gravidade do problema e caem na armadilha, estimulando o atropelo com brincadeiras que acabam incentivando os namoricos de mentirinha e conduzem a uma verdade preocupante: a erotização precoce.
Para a professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Walkiria Grant, o namoro é a vivência da sexualidade, da atração pelo corpo do outro, portanto, não é assunto de criança. Apenas na adolescência, por volta dos 14 anos, o corpo sofre transformações e responde pela linguagem. Antes disso, qualquer iniciativa para erotizar as relações ou fantasias infantis deve ser evitada. O que os pais e a sociedade falam promove mudanças precoces interferindo negativamente no desenvolvimento infantil.


Os pais não podem ter medo de ser careta, é necessário dizer: “Isso não é coisa de criança. Você só vai beijar e namorar quando crescer


FONTE: http://vejabemvr.blogspot.com/.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

"ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE"!


Estava assistindo a um jornal popular da TV globo, mais exatamente o Jornal Hoje, que gosto muito, e em uma das reportagens que falava sobre o novo projeto de lei acerca do casamento uma telespectadora entrevistada em resposta a pergunta do repórter falou a seguinte frase; " A final casamento não é para sempre".

Fiquei impressionado com essa resposta ao ponto de vir em mente responder de forma indireta a essa entrevistada e a todo Brasil a asneira que foi falada por essa pessoa.

Primeiro, quando acontece um casamento se faz um juramento que todos nós conhecemos muito bem, "ATÉ QUE A MORTE OS SEPARE".

Esse juramento não está sendo feito simplesmente ao pastor, padre ou sociedade, e sim à Deus, aos princípios que todos nós conhecemos. Casamento é para ser para sempre sim, a casos que realmente se é preciso pedir um divórcio, mas deve ser primeiro analisado todas as hipótese possível antes de pedi-lo

A entrevistada falou com um tom de que casamento é igual a sapatos, que trocamos quando achamos que está desgastado.

É essa ideia que passamos para os nossos filhos? Que eles vão se casar e deve se separar quando achar que deve separar-se?

Última: A final, quantos maridos essa entrevistada já teve?

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

80 ANOS DE F.H.C "PAI DO REAL"!


Quero através desta postagem parabenizar um grande homem da história de nosso país, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, o PAI DO REAL, que faz 80 anos de idade e história. Vai aí uma sinopse de FHC.

Fernando Henrique Cardoso (Rio de Janeiro, 18 de junho de 1931), conhecido popularmente como FHC, é um sociólogo, cientista político e político brasileiro. Professor Emérito da Universidade de São Paulo,lecionou também no exterior, notadamente na Universidade de Paris. Foi funcionário da CEPAL, membro do CEBRAP, Senador da República (1983 a 1992), Ministro das Relações Exteriores (1992), Ministro da Fazenda (1993 e 1994) e presidente do Brasil por duas vezes (1995 a 2002).

Em 19 de maio de 1993 assumiu o Ministério da Fazenda, cargo que ocupou até o dia 30 de março de 1994, sendo sucedido por Rubens Ricupero. Nesse período começou a implantar o Plano Real, que foi dividido em três etapas, sendo as duas primeiras implantadas enquanto FHC era Ministro. A primeira etapa foi o Programa de Ação Imediata — PAI, que estabeleceu um conjunto de medidas voltadas para a redução e maior eficiência dos gastos da União no exercício de 1993.

Numa segunda etapa, já no ano de 1994, editou-se a Medida Provisória nº 434, de 28 de fevereiro, que criou a URV — Unidade Real de Valor —, já prevendo sua posterior transformação no Real. Fernando Henrique deixa o cargo de Ministro da Fazendo em meados de março de 1994, para cumprir o prazo de desincompatibilização para disputar a Presidência.

Em 30 de junho de 1994 o então Ministro da Fazenda de Itamar Franco Rubens Ricupero encaminhou ao presidente a Exposição de Motivos da MP do Plano Real que disciplinou o Plano Real, o Sistema Monetário Nacional, as regras e condições de emissão da moeda Real e os critérios para conversão das obrigações para o Real.

Esse plano de estabilização econômica foi idealizado por uma equipe de economistas agrupados por FHC, de que faziam parte Persio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha, Clóvis Carvalho, Winston, entre outros.

Até então, Itamar Franco consentia com a ideia de tratar FHC como o "pai do Real", e o apoiava. No entanto, mais recentemente, nega tal informação: "A parte principal que quero rebater é a afirmação de que quando ele deixou o Ministério da Fazenda para se candidatar, tudo estava pronto e feito. Isto é uma inverdade."Em entrevista dada ao Jornal do Brasil, Itamar diz que o nome de Fernando Henrique surgiu por exclusão.

Em outubro de 1994 foi eleito Presidente da República em primeiro turno, tendo sido fundamental para a sua eleição o sucesso do Plano Real, que fora finalizado pelo presidente Itamar Franco durante o mandato de seu ministro da fazenda Rubens Ricupero, em junho daquele ano. Fernando Henrique Cardoso, no entanto, para favorecer sua eleição — então com a concordância de Itamar, que o apoiava — assinou como se ainda fosse ministro da fazenda as cédulas da nova moeda Real, embora quando elas entraram em circulação ele já não fosse mais ministro havia 4 meses.