segunda-feira, 25 de julho de 2011

RICARDO TEIXEIRA, DO FUTEBOL O CRACK DA CORRUPÇÃO!


Ricardo Terra Teixeira é um dirigente desportivo brasileiro, 18º presidente da Confederação Brasileira de Futebol, no cargo desde 16 de janeiro de 1989. Seu quinto mandato consecutivo terminou em 2007, mas foi prolongado, sob acordo, até o final da XX Copa do Mundo FIFA em 2014, que será no Brasil.

Durante sua gestão na CBF, seleções brasileiras, de todos os níveis, conquistaram 11 títulos mundiais e 27 sul-americanos, consolidando a sua hegemonia no cenário mundial. Por outro lado, durante seus cinco mandatos aumentou em muito a êxodo de craques brasileiros para o exterior, nem sempre para os grandes clubes do futebol europeu.

O chefão da CBF comprou uma cobertura à beira-mar no Rio avaliada em R$ 2 milhões por quase um terço desse valor: R$ 720 mil. Quem vendeu o imóvel foi Cláudio Abrahão, executivo do Grupo Águia, empresa que vai vender parte dos pacotes de viagem e hospedagem para a Copa de 2014 e já faturou cerca de R$ 30 milhões em três anos com a venda de passagens para as delegações da CBF.

Para a Receita Federal, a negociação pode esconder um crime de sonegação. A relação entre o homem que comanda o futebol brasileiro e o grupo repercutiu no Congresso Nacional. Alguns parlamentares já disseram que vão fazer de tudo para instalar uma CPI para investigar os negócios de Teixeira assim que voltarem do recesso.

Uma grande festa está sendo preparada pela CBF para o sorteio dos grupos da Eliminatória da Copa do Mundo, no final de semana. O evento é privado e terá transmissão exclusiva da TV Globo, mas o dinheiro para bancar a cerimônia sairá dos cofres públicos.

O evento custará cerca de R$ 30 milhões e não houve concorrência para contratação das empresas, que pertencem à Globo. O dinheiro sairá da Secretaria de Esportes e Lazer do Governo do Rio e da Riotur, empresa de turismo da prefeitura da capital fluminense. A justificativa para que saia do bolso dos consumidores esse dinheiro é de que a festa servirá para levar o nome do Rio de Janeiro para fora do Brasil, mas não há qualquer comprovação de que isso acontecerá.

Reportagem divulgada por um jornal paulista denunciou que a TAM, empresa área que patrocina a seleção brasileira, pretendia dar um jatinho novo para o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. A publicação também revelou que a atual mulher de Teixeira faz parte de uma sociedade com Sandro Rossel, presidente do Barcelona, e Claudio Honigman, ex-executivo do mercado financeiro. Ambos são amigos do presidente da CBF e estão envolvidos em negócios com a entidade.
Enfim, são denúncias em cima de denúncias, só sei de uma coisa, onde há fumaça a fogo.

FONTE: r7.com

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